EDITAL CONCURSO DE BOLSAS PONTO DE APOIO 2022

Realize conosco a escola dos seus sonhos.

A nossa prova de bolsas é uma das formas de ingresso nas turmas de Ensino Fundamental, Ensino Médio, Pré- Vestibular e Militar do próximo ano letivo. De acordo com o rendimento e a nota final dos alunos participantes, os descontos podem variar entre 15% e 50%. 

*Leia a nossa Política de Privacidade: https://bit.ly/3FPcvrt

1. Das Inscrições

1.1 O aluno que desejar se inscrever em nossa Prova de Bolsas deverá acessar o link https://pontodeapoioensino.com.br/formulario-de-inscricao/ e preencher o formulário ou enviar mensagem para o WhatsApp (21) 2642-7714.
IMPORTANTE: não deixe nenhum campo em branco e revise todos os dados preenchidos antes de enviar. No caso de inscrição via WhatsApp, o candidato deverá preencher corretamente dados pessoais (nome completo, idade, email, nome completo e email dos responsáveis, série que está cursando e telefone(s)).

1.2 O aluno deverá efetuar sua inscrição entre os dias 20 de janeiro (quinta) e 27 de janeiro (quinta) de 2022. É necessário que o e-mail correto seja informado uma vez que a confirmação de inscrição será enviada para ele.

1.3 O aluno poderá se inscrever na Prova de Bolsas gratuitamente. 

1.4 O número de inscrições é limitado e está sujeito a lotação.   

ATENÇÃO: O desconto adquirido é referente às mensalidades do ano letivo de 2022 e não inclui material didático e outras despesas que se façam necessárias. 

2. Da Prova 

2.1 A prova (para alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio, Pré-Vestibular e Militar) será realizada no dia 29 de janeiro de 2022, sábado. O horário de início será, impreterivelmente, às 9h30min. Sugerimos que os alunos cheguem pelo menos 30 minutos antes para evitar transtornos.

2.2 Para fazer a prova, os alunos deverão apresentar um documento original com foto. Além disso, deverão portar um lápis, borracha e caneta esferográfica preta ou azul. 

2.3 A prova possui 2 (duas) horas de duração. 

2.4 O número de questões de ambas as provas é de 20 no total (10 de Português e 10 de Matemática). 

2.5 Não será permitido durante o período de realização da prova:

a) conversas;

b) uso de anotações escritas ou impressas, bem como consulta a livros;

c) uso de quaisquer equipamentos (celulares, tablets etc.) que coloquem um aluno em vantagem com relação ao outro.  

3. Do Resultado 

3.1 O resultado será́ divulgado apenas nas dependências do Ponto de Apoio no dia 17 de janeiro, a partir das 14h. Resultados não serão enviados por e-mail nem informados por telefone. A consulta será feita apenas pessoalmente. 

3.2 O aluno terá um prazo até o dia 4 de fevereiro para efetivar a sua matrícula com o desconto adquirido. Após esse período, o desconto não será mais válido. 

IMPORTANTE: O desconto adquirido poderá ser renovado anualmente apenas para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio. Alunos do Pré-Vestibular e Militar que desejem estudar mais de um ano no Ponto de Apoio deverão realizar nova Prova de Bolsas em data oportuna. 

5. Da Ementa 

Língua Portuguesa:

6º ano:

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe

    – Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

    – Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

7º ano:

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

– O texto oral e o texto escrito.

2.1. Morfologia

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

2.4. Fonologia

    – Fonemas e letras

    – Encontro consonantal

    – Encontro vocálico

    – Acentuação gráfica

8º ano/Militar 1 (Colégio Naval e EPCAR):

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe

    – Frase, oração e período.

    – Termos essenciais da oração.

    – Termos integrantes da oração.

    – Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

    – Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

2.2. Morfologia

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

9º ano/Militar 2 (Escola Naval, EsPCEx, AFA, EFOMM, EEAR e ESA):

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe

    – Frase, oração e período.

    – Termos essenciais da oração.

    – Termos integrantes da oração.

    – Termos acessórios da oração.

    – Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

    – Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

    – Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

    – Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

1º ano:

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe (revisão do 9° ano)

    – Frase, oração e período.

    – Termos essenciais da oração.

    – Termos integrantes da oração.

    – Termos acessórios da oração.

    – Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

2.2. Morfologia

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

2º ano:

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe

    – Frase, oração e período.

    – Termos essenciais da oração.

    – Termos integrantes da oração.

    – Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

    – Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

2.2. Morfologia

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

2.4. Fonologia

    – Fonemas e letras

    – Encontro consonantal

    – Encontro vocálico

    – Acentuação gráfica

3º ano e Pré-Vestibular

1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

2. Gramática 

2.1. Sintaxe

    – Frase, oração e período.

    – Termos essenciais da oração.

    – Termos integrantes da oração.

    – Termos acessórios da oração.

    – Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

    – Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

    – Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

    – Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

    – Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

    – Figuras de linguagem.

    – Funções da linguagem.

    – Vícios de linguagem.

Matemática:

6º ano:

Números e operações

Grandezas e medidas

Espaço/Forma

Raciocínio lógico-matemático

7º ano:

Sistemas de numeração

Operações com números naturais

Formas geométricas

Álgebra e divisibilidade

Tratamento da informação

Geometria

Números racionais

Números decimais

Sólidos geométricos

Operações com números decimais

Sistemas de medida

8º ano/Militar 1 (Colégio Naval e EPCAR):

Números inteiros

Ângulos

Números Racionais

Operações com números racionais

Figuras geométricas

Equações do 1.º grau

Equações e sistemas do 1.º grau

Sólidos geométricos

Médias, gráficos e tabelas

Razão e proporção

Matemática financeira e probabilidade

9º ano

Conjuntos numéricos

Noções de geometria

Polinômios

Expressões algébricas

introdução às frações algébricas

Geometria 

Expressões Algébricas

Equações do 1.º grau

Plano cartesiano

Polígonos

Circunferência e círculo

1º ano:

Potenciação e radiciação

Equações do 2º grau

Sistema de coordenadas cartesianas

Produto Cartesiano

Proporção

Função polinomial e inequações

Gráficos

Triângulos

Polígonos

Circunferência

Superfícies planas e espaciais

Matemática aplicada

2º ano:

Matemática básica: razões e proporções

Geometria plana

Matemática básica

Conjuntos

Relações e funções

Inequações

Logaritmo

Progressão aritmética

Análise de tabelas e gráficos

Progressão geométrica

Juros

3º ano / Pré-Vestibular / Militar 2 (Escola Naval, EsPCEx, AFA, EFOMM, EEAR e ESA):

Matrizes

Determinantes

Trigonometria

Sistemas lineares

Geometria Plana

Geometria Espacial

Análise Combinatória

Binômio de Newton 

Probabilidade

Blog(Fonte: UOL Educação)

A escolha da carreira docente está permeada de emoção. Seja por inspiração no trabalho de pessoas queridas, encantamento com professores da infância, sentimento de vocação desde pequenos ou mesmo para aqueles que chegaram por caminhos tortuosos, a permanência na profissão vem acompanhada de paixão. Mas, por que os professores escolheram essa profissão?

“Desde menina, eu sempre dizia que seria professora de crianças pequenas”, conta Lisiane Hermann Oster, docente há nove anos no Sesquinho – Escola de Educação Infantil do SESC, em Ijuí-RS. “A opção veio do encantamento que tive quando era aluna, com professoras muito boas.” Foi durante o curso de magistério que ela teve certeza da escolha. “Fiz muitos estágios e nessa prática concluí que era o que eu queria.” “Ainda adolescente eu me pegava em sala de aula ajudando os colegas, não só nas matérias, mas também dando apoio psicológico. Eu era o ‘amigão’.” Esta disposição pessoal combinou-se ao exemplo do irmão mais velho, que já fazia licenciatura, para que Alexandre Simonka já sentisse vontade de ser docente aos 13, 14 anos. Professor de física para ensino médio e responsável pelo departamento de informática do Colégio Vértice, em São Paulo, ele conta que, quando chegou o momento de escolher a carreira, não teve dúvidas em optar pela licenciatura. “O baque veio quando comecei a dar aulas. Achava que por ser professor de física, só precisaria dar conteúdo, mas educação é muito mais que isso. Hoje vejo que o conteúdo é só um ensejo para estar do lado dos alunos, a física é uma ferramenta para desenvolver algumas habilidades, mas dentro da formação mais ampla.”
Cair ‘na realidade’
Antes de se graduar, Alexandre trabalhou no departamento de informática de uma rede de drogarias. “Eu tinha um ideal de dar aula onde pudesse desenvolver meus projetos”, explica. Ele conta que alguns colegas o chamavam de utópico e o incentivavam a pegar aulas em escolas menos estruturadas, para cair “na realidade”.
Formado, Alexandre foi contratado pelo Colégio Vértice. “Devo parte de minha formação a esta escola. Não só pude desenvolver minhas ideias como encontrei um ambiente fantástico, onde pude colocar em prática meu objetivo de ajudar as pessoas na concepção mais ampla da palavra educação”, diz. O começo da profissão parece ser o momento mais desafiador. “Com o primeiro impacto em sala de aula, me senti despreparado, neste momento até pensei que talvez esta não fosse minha profissão. Nos primeiros meses, fui um verdadeiro estagiário, pois, mesmo formado, a faculdade dá as bases, mas não mostra toda a realidade”, afirma.
O começo da profissão parece ser o momento mais desafiador. “Com o primeiro impacto em sala de aula, me senti despreparado, neste momento até pensei que talvez esta não fosse minha profissão. Nos primeiros meses, fui um verdadeiro estagiário, pois, mesmo formado, a faculdade dá as bases, mas não mostra toda a realidade”, afirma. Ao fazer um balanço de seus 12 anos de carreira, Alexandre diz que as mudanças não param. “Aprendemos muito com a molecadinha, mais do que eles imaginam que aprendem conosco”, diz.
A vocação falou mais forte
Ana Cristina Santos de Paula, professora de música do sexto ano do fundamental no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, chegou à carreira docente por vocação. Mas nem sempre teve clareza de que esta seria sua profissão. “Pensei em ser jornalista, tanto que cursei comunicação social. Mas minha vocação para música foi mais forte e acabei estudando licenciatura nesta área. Como a música é muito expressiva, senti necessidade de compartilhar e a educação foi o caminho.”

EDITAL 2020 | Concurso de Bolsas Pré- Vestibular

A nossa prova de bolsas é uma das formas de ingresso nas turmas de Pré- Vestibular do próximo ano letivo. De acordo com o rendimento e a nota final dos alunos participantes, os descontos podem variar entre 10% e 50%.

  1. Das Inscrições

1.1 O aluno que desejar se inscrever em nossa Prova de Bolsas deverá acessar o link e preencher o formulário. IMPORTANTE: não deixe nenhum campo em branco e revise todos os dados preenchidos antes de enviar, PRINCIPALMENTE o seu email. É através dele que você vai receber a confirmação de inscrição

1.2  O aluno deverá efetuar sua inscrição entre os dias 10 (domingo) e 21 (quinta) de novembro.

1.3  O aluno poderá se inscrever na Prova de Bolsas gratuitamente.

1.4 O número de inscrições é limitado e está sujeito a lotação.

ATENÇÃO: O desconto adquirido é referente às mensalidades do ano letivo e não inclui material didático e outras despesas que se façam necessárias.

  1. Da Prova

2.1 A prova será realizada no dia 23 de novembro, sábado. O horário de início é, impreterivelmente, às 9h. Sugerimos que os alunos cheguem pelo menos 20 minutos antes para evitar transtornos.

2.2  Para fazer a prova, os alunos deverão apresentar a confirmação de inscrição, que será enviada pro email cadastrado até o último dia das inscrições, e um documento original com foto. Além disso, deverão portar um lápis, borracha e caneta esferográfica preta ou azul.

2.3  A prova possui o máximo de 4 (quatro) horas de duração.

2.4 O número de questões de ambas as provas é de 40 no total (20 de Português e 20 de Matemática).

2.5 Não será permitido durante o período de realização da prova:

a) conversas e bate-papos;
b) uso de anotações escritas ou impressas, bem como consulta a livros;
c) uso de quaisquer equipamentos (celulares, tablets, etc.) que coloquem o aluno em vantagem com relação ao outro.

  1. Do Resultado

3.1 O resultado será divulgado nas dependências do Ponto de Apoio ou por telefone a partir do dia 27 de novembro, a partir das 13h.

3.2 O aluno terá um prazo de até 20 (vinte) dias após a divulgação do resultado para efetivar a sua matrícula com o desconto adquirido. Após esse período, o desconto não será mais válido.

  1. Do desconto

As bolsas serão distribuídas de acordo com o desempenho/resultado do aluno na prova. Os alunos aprovados poderão consultar o seu desconto a partir do dia 04 de novembro, conforme disposto no item 3 deste edital.

  1. Da Ementa

Português:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Termos acessórios da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

– Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

– Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

– Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

Matemática:

– Matrizes

– Determinantes

– Trigonometria

– Sistemas lineares

– Geometria Plana

– Geometria Espacial

– Análise Combinatória

– Binômio de Newton

– Probabilidade

 

 

EDITAL 2020 – CONCURSO DE BOLSAS| ESCOLA & PRÉ-MILITAR

Venha construir conosco a escola dos seus sonhos.

A nossa prova de bolsas é uma das formas de ingresso nas turmas de Ensino Fundamental, Ensino Médio e do Pré- Militar do próximo ano letivo. De acordo com o rendimento e a nota final dos alunos participantes, os descontos podem variar entre 15% e 50%.

  1. Das Inscrições

1.1 O aluno que desejar se inscrever em nossa Prova de Bolsas deverá acessar o link e preencher o formulário. IMPORTANTE: não deixe nenhum campo em branco e revise todos os dados preenchidos antes de enviar.

1.2  O aluno deverá efetuar sua inscrição entre os dias 23 de setembro (segunda) e 3 de outubro (quinta) de 2019, através de nossa página no facebook https://pt-br.facebook.com/PontodeApoioEnsino/. É necessário que seja informado o email correto uma vez que a confirmação de inscrição será enviada para ele. Confira todos os dados antes de enviar.

1.3  O aluno poderá se inscrever na Prova de Bolsas gratuitamente.

1.4 O número de inscrições é limitado e está sujeito a lotação.

ATENÇÃO: O desconto adquirido é referente às mensalidades do ano letivo de 2020 e não inclui material didáticoe outras despesas que se façam necessárias.

 

  1. Da Prova

 

2.1 A prova (para alunos do Ensino Fundamental, Ensino Médio e do Pré-Militar) será realizada no dia 5 de outubro, sábado. O horário de início será, impreterivelmente, às 9h. Sugerimos que os alunos cheguem pelo menos 20 minutos antes para evitar transtornos.

2.2  Para fazer a prova, os alunos deverão apresentar a confirmação de inscrição, que será enviada para o e-mail cadastrado e um documento original com foto. Além disso, deverão portar um lápis, borracha e caneta esferográfica preta ou azul.

2.3  A prova possui 4 (quatro) horas de duração.

2.4 O número de questões de ambas as provas é de 40 no total (20 de Português e 20 de Matemática).

2.5 Não será permitido durante o período de realização da prova:

  1. a) conversas;
  2. b) uso de anotações escritas ou impressas, bem como consulta a livros;
  3. c) uso de quaisquer equipamentos (celulares, tablets etc.) que coloquem um aluno em vantagem com relação ao outro.
  1. Do Resultado

 

3.1 O resultado será́ divulgado apenas nas dependências do Ponto de Apoio no dia 16 de outubro de 2019, a partir das 13h. Resultados não serão enviados por e-mail nem informados por telefone. A consulta será feita apenas pessoalmente.

3.2 O aluno terá um prazo até o dia 21 de outubro para efetivar a sua matrícula com o desconto adquirido. Após esse período, o desconto não será mais válido.

  1. Do desconto

As bolsas serão distribuídas de acordo com o desempenho/resultado do aluno na prova. Os alunos aprovados poderão consultar o seu desconto nas dependências do curso a partir do dia 14 de outubro, conforme disposto no item 3 deste edital.

IMPORTANTE: O desconto adquirido será renovado automaticamente apenas para alunos dos Ensinos Fundamental e Médio.

  1. Da Ementa

Língua Portuguesa:

6º ano:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

– Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

7º ano:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

– O texto oral e o texto escrito.

2.1. Morfologia

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

2.4. Fonologia

– Fonemas e letras

– Encontro consonantal

– Encontro vocálico

– Acentuação gráfica 

8º ano:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

– Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

2.2. Morfologia

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

9º ano:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Termos acessórios da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

– Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

– Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

– Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

1º ano:

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe (revisão do 9° ano)

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Termos acessórios da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

2.2. Morfologia

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

2º ano:

 

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

– Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

2.2. Morfologia

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

2.4. Fonologia

– Fonemas e letras

– Encontro consonantal

– Encontro vocálico

– Acentuação gráfica

3º ano

  1. Leitura e interpretação de textos

* Localização de informações em um texto.

* Textualidade: a coesão e a coerência.

* Inferência do sentido de uma palavra ou expressão implícita ou explícita.

* Identificação do tema/assunto de um texto.

* Distinção de um fato da opinião relativa a esse fato.

* Identificação da estrutura e finalidade de textos de diferentes gêneros.

  1. Gramática

2.1. Sintaxe

– Frase, oração e período.

– Termos essenciais da oração.

– Termos integrantes da oração.

– Termos acessórios da oração.

– Período composto: o papel semântico-discursivo das conjunções.

– Orações adjetivas: restrição, explicação e uso/função dos pronomes relativos.

– Pontuação: uso e funções.

2.2. Morfologia

– Processos de formação de palavras: prefixação e sufixação.

– Classes de palavras: substantivo, adjetivo, numeral, preposição, artigo, interjeição, conjunção, verbo, advérbio e pronomes.

2.3. Estilística

– Figuras de linguagem.

– Funções da linguagem.

– Vícios de linguagem.

Pré-Militar

– Turmas Militar 1 (CN e EPCAr) é o mesmo conteúdo do 9º ano

– Turmas Militar 2 (AFA, EFOMM, EN e EsPCEx) é o mesmo conteúdo do 3º ano

Matemática:

6º ano:

Números e operações

Grandezas e medidas

Espaço/Forma

Raciocínio lógico-matemático

7º ano:

Sistemas de numeração

Operações com números naturais

Formas geométricas

Álgebra e divisibilidade

Tratamento da informação

Geometria

Números racionais

Números decimais

Sólidos geométricos

Operações com números decimais

Sistemas de medida

 8º ano:

Números inteiros

Ângulos

Números Racionais

Operações com números racionais

Figuras geométricas

Equações do 1.º grau

Equações e sistemas do 1.º grau

Sólidos geométricos

Médias, gráficos e tabelas

Razão e proporção

Matemática financeira e probabilidade

9º ano:

Conjuntos numéricos

Noções de geometria

Polinômios

Expressões algébricas

introdução às frações algébricas

Geometria

Expressões Algébricas

Equações do 1.º grau

Plano cartesiano

Polígonos

Circunferência e círculo

1º ano:

Potenciação e radiciação

Equações do 2º grau

Sistema de coordenadas cartesianas

Produto Cartesiano

Proporção

Função polinomial e inequações

Gráficos

Triângulos

Polígonos

Circunferência

Superfícies planas e espaciais

Matemática aplicada

2º ano:

Matemática básica: razões e proporções

Geometria plana

Matemática básica

Conjuntos

Relações e funções

Inequações

Logaritmo

Progressão aritmética

Análise de tabelas e gráficos

Progressão geométrica

Juros

3º ano:

Matrizes

Determinantes

Trigonometria

Sistemas lineares

Geometria Plana

Geometria Espacial

Análise Combinatória

Binômio de Newton

Probabilidade

Pré-Militar
Turmas Militar 1 (CN e EPCAr) é o mesmo conteúdo do 9º ano

Turmas Militar 2 (AFA, EFOMM, EN e EsPCEx) é o mesmo conteúdo do 3º ano

Ponto de apoio - 20620 - blog

Como oportunidades iguais a ricos e pobres ajudaram Finlândia a virar referência em educação
(Fonte: BBC)

 

Os finlandeses só conheceram o asfalto na década de 1920. Até o começo do século 20, conheciam sobretudo a pobreza. Quando, em 1909, a avenida Paulista se tornou a primeira via asfaltada da cidade de São Paulo, a hoje rica Finlândia era uma economia substancialmente agrária, e seus primeiros 14 km de rodovia seriam inaugurados somente em 1963.

Mas, nos anos seguintes, o país foi transformado por um conjunto de políticas educacionais e sociais – que criaram um dos mais celebrados modelos de excelência em educação pública do mundo. No Brasil, enquanto isso, reduzir a imensa desigualdade de oportunidades educacionais que existe entre as crianças que nascem em famílias pobres e as mais ricas segue sendo um dos principais desafios do país.

É o conhecido milagre finlandês, iniciado na década de 70 e turbinado nos anos 90 por uma série de reformas inovadoras. Em um espaço de 30 anos, a Finlândia transformou um sistema educacional medíocre e ineficaz, que amargava resultados escolares comparáveis aos de países como o Peru e a Malásia, em uma incubadora de talentos que a alçou ao topo dos rankings mundiais de desempenho estudantil e alavancou o nascimento de uma economia sofisticada e altamente industrializada.

Trata-se, à primeira vista, de um enigma: os finlandeses estão fazendo exatamente o contrário do que o resto do mundo faz na eterna busca por melhores resultados escolares – e está dando certo. O receituário finlandês inclui reduzir o número de horas de aula e limitar ao mínimo os deveres de casa e as provas escolares.

Delegações de educadores internacionais vasculham o paradoxal modelo finlandês em busca da fórmula do milagre. E ouvem, dos finlandeses, a seguinte resposta: a educação pública de alta qualidade não é resultado apenas de políticas educacionais, eles dizem, mas também de políticas sociais.

“O Estado de bem-estar social finlandês desempenha um papel crucial para o sucesso do modelo, ao garantir a todas as crianças oportunidades e condições iguais para um aprendizado gratuito e de qualidade”, diz o educador Pasi Sahlberg, um dos idealizadores da reforma das políticas educativas da Finlândia nos anos 90, no livro Finnish Lessons (Lições Finlandesas, em tradução livre).

A preocupação em garantir que todos os finlandeses tenham oportunidades iguais de desenvolvimento é visível nas instalações da escola Viikki, um dos centros educacionais de ensino médio e fundamental da capital finlandesa, Helsinque. Como em todas as escolas finlandesas, ali o filho do empresário e o filho do operário estudam lado a lado.

No amplo refeitório, refeições fartas e saudáveis são servidas diariamente aos estudantes.

Serviços de atendimento médico e odontológico cuidam, gratuitamente, da saúde dos 940 alunos. Todo o material escolar é também gratuito. Equipes de pedagogos e psicólogos acompanham cuidadosamente o desenvolvimento de cada criança, identificando na primeira hora problemas como a dislexia de um aluno e fornecendo apoio imediato. Mensalidades escolares não existem.

Pasi Sahlberg destaca ainda o impacto fundamental exercido no ensino pelo modelo de igualdade e justiça social criado gradualmente pelos finlandeses a partir do pós-guerra: saúde, educação e moradia para todos, generosas licenças-paternidade para cuidar das crianças e creches altamente subsidiadas ou até gratuitas, além de uma vasta e solidária rede universal de proteção aos cidadãos.

“A desigualdade social, a pobreza infantil e ausência de serviços básicos têm um forte impacto negativo no desempenho do sistema educacional de um país”, pontua Sahlberg.

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Estudo da organização KnowledgeWorks analisa como o avanço da inteligência artificial, dos algoritmos e da neurociência vai mudar a aprendizagem e o relacionamento entre as pessoas

(Via: porvir.org)

A virada do ano é uma época comum para fazer previsões de todos os tipos, inclusive para a educação. Um dos mais recentes documentos neste sentido foi publicado recentemente pela organização sem fins lucrativos KnowledgeWorks, que reuniu especialistas para pensar o futuro do ensino e da aprendizagem para os próximos dez anos.

Esses serão tempos marcados pela interação cada vez maior entre indivíduos, máquinas inteligentes e algoritmos, o que vai demandar mudanças nas relações interpessoais e na comunicação com as instituições. Como resultado, todas as dimensões de nossas vidas serão impactadas e isso também diz respeito ao que acontece na escola. O estudo “Navigating the Future of Learning: Forecast 5.0″ (“Navegando pelo Futuro da Aprendizagem: Previsão 5.0”) oferece ainda a educadores e gestores questionamentos para que sejam traçadas ações tendo em vista a situação da sala de aula no futuro.

Da mesma forma que já discutimos outras vezes aqui no Porvir, o estudo da KnowledgeWorks também parte do princípio que o modelo atual de ensino não atende às demandas futuras da sociedade. É por isso que a educação terá um papel importante para o desenvolvimento saudável dos jovens, que precisam incorporar uma mentalidade de aprendizagem ao longo da vida para fortalecer suas comunidades. A nova era, diz o texto, “pode exacerbar o atual desalinhamento ou inspirar novas estruturas de como vivemos, trabalhamos e aprendemos”.

Neste cenário, o documento identifica cinco fatores que vão impulsionar mudanças nos próximos 10 anos: automação, tecnologias que afetam o funcionamento do cérebro, narrativas tóxicas sobre sucesso e realização pessoal; mudança na estrutura de comunidades e o trabalho de “superpotências civis”, sejam elas indivíduos, organizações sem fins lucrativos ou voluntárias, que vão atuar com foco em corrigir e atender lacunas deixadas pelo poder público.

Entre os cinco pontos, vale a pena destacar um que traz novidades em relação a outros estudos recentes. Um deles diz respeito ao uso de tecnologias para melhorar o funcionamento do cérebro. No documentário “Take Your Pills: Receita para a Perfeição”, da Netflix, alunos de grandes faculdades dos EUA se mostram dependentes a estimulantes vendidos com receita médica, como o Adderall, que prometem ajudar no desempenho cognitivo. E se a tecnologia for criada para um efeito semelhante? Elas podem estar disponíveis de forma desigual, permitindo que apenas alunos mais ricos sejam beneficiados. E mesmo que estejam amplamente disponíveis, educadores podem ter que considerar os limites éticos para uso desses aplicativos ou dispositivos em sala de aula.

Por mais que seja um exercício de futurologia, os responsáveis pelo estudo argumentam que à medida que o cenário de mudança ganhar fôlego, vão aparecer novos tipos de práticas, programas, estruturas e papéis dentro da educação. Entre eles, podem ser destacados quatro, que guardam alguma similaridade com as competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) e com o conceito de educação integral:

Aprendizagem centrada no aluno: reorientar os sistemas de ensino e aprendizagem, expectativas e experiências com objetivo de colocar ao centro o desenvolvimento integral do aluno. Educadores poderiam enfatizar em seu trabalho a promoção da expressão criativa, do autoconhecimento e pertencimento social. Especialistas e educadores podem trabalhar juntos para integrar o conhecimento da neurociência, aprendendo ciências e tecnologias cognitivas em experiências de aprendizagem que apoiam o desenvolvimento cérebro e melhoram a função cognitiva e o bem-estar do aluno.

Ecossistema de aprendizagem: colocar o aprendizado integrado à tecnologia, cultura, aluno e comunidade para ampliar oportunidades. Por exemplo, em museus, parques, centros de ciência ou negócios onde as experiências educacionais são intencionalmente projetadas com tutores ou membros da comunidade em realidade virtual ou ambientes de realidade mista.

Garantia de eficiência: oferecer visão e orientações a gestores para implementar estratégias de dados e de uso de tecnologia.

Amplificação de vozes: reconfigurar modelos de engajamento e canais de comunicação para ampliar a capacidade individual e o impacto na comunidade. Isso seria possível com professores conscientes da possibilidade do uso de ferramentas de aprendizado de máquina para criar e promover recursos e aplicações abertas, a fim de atender às necessidades específicas dos alunos. Da mesma forma, é necessário oferecer formação aos alunos para que eles tenham voz e exerçam influência cívica através do uso ético e responsável de ferramentas digitais.

No entanto, para que os conceitos não fiquem apenas na teoria, a parte final o estudo apresenta uma lista de programas que já colocam iniciativas em prática. O site traz ainda recursos para quem quiser se aprofundar nos temas.

5 fatores que vão impactar a Educação:

1 – Automatização de escolhas

2 – Superpotências cívicas

3 – Cérebros acelerados

4 – Narrativas tóxicas

5 – Novas Geografias

Blog

Fonte: http://portal.mec.gov.br

Professor de matemática em duas escolas de Salvador, no subúrbio ferroviário, Vanildo dos Santos Silva desenvolve, desde 2004, o projeto Uso de Materiais Manipuláveis nas Aulas de Geometria com Estudantes em Situação de Defasagem Escolar. O trabalho, que teve início na Escola Municipal da Fazenda Coutos, em um dos bairros mais pobres e violentos da região, surgiu de uma necessidade real, o desafio de ensinar matemática a estudantes com histórico de abandono, evasão e repetência.

“Desde meu primeiro contato com os alunos, percebi que, antes de iniciar qualquer intervenção pedagógica, minha prática docente precisaria ir além da lousa e do giz”, revela Vanildo. “As dificuldades apresentadas estavam evidentes e se constituíam em um desafio pessoal.”

O professor passou a pensar, então, em uma estratégia que apresentasse a linguagem matemática com aspectos concretos do cotidiano dos estudantes, sem perder de vista a parte formal e suas conexões. Sua intenção era propor “um modelo diferenciado” para trabalhar com matemática e assim induzir os estudantes a participar das aulas.

“Qualquer trabalho por meio da valorização de fórmulas, conceitos e propriedades, sem demonstrações, não representaria um modelo eficaz para a melhoria da qualidade de aprendizagem dos estudantes em situação de defasagem escolar”, diz o professor. Assim, em sua proposta de ensino de geometria, ele buscou o que é sugerido pelos parâmetros curriculares nacionais: “Um trabalho que enfatiza a relação entre os conteúdos estudados em sala de aula com as formas geométricas presentes no mundo físico, possibilitando a exploração de formas geométricas planas e espaciais”.

O projeto tenta estabelecer um diálogo entre os quatro blocos de conteúdos da matemática: números e operações; espaço e forma; grandezas e medidas e tratamento da informação. Os estudantes podem assim comparar e discernir aspectos como largura, comprimento, volume, número de faces e vértices, entre outros. “Quando os estudantes foram levados a explorar situações por meio de materiais manipuláveis, sentiram-se mais motivados e, por conseguinte, engajaram-se de maneira mais efetiva nas aulas e alcançaram melhores resultados na aprendizagem”, avalia.

Permanência — A finalidade do projeto está centrada em dois pontos cruciais: a permanência do estudante em sala de aula e a ruptura do autoconceito de “aluno fracassado”. Assim, de acordo com Vanildo, por mais que existam conteúdos que precedam outros, a hierarquização entre eles não deve ser tão rígida como tradicionalmente é apresentada. Os conteúdos devem ser organizados em função de uma conexão, na qual não precisam ser esgotados necessariamente de uma única vez. “Para que o projeto tenha êxito, principalmente na questão da permanência do aluno, é preciso estar atento à ênfase maior ou menor que deve ser dada a cada item, que pontos merecem mais atenção e quais não são tão essenciais”, ressalta o professor.

Segundo Vanildo, o projeto é desenvolvido também com alunos do Colégio Estadual Monteiro Lobato, no mesmo bairro. Ao longo dos anos, o trabalho tem passado por várias adequações.

Com o projeto, Vanildo foi premiado em duas edições do Prêmio Professores do Brasil (2004 e 2013). “Isso representa a confirmação de que esforços como esse podem ser úteis na busca por respostas de como lidar com a situação de defasagem escolar e questões relacionadas às dificuldades de aprendizagem”, ressalta o professor. Há 19 anos no magistério, Vanildo tem licenciatura em matemática e em ciências contábeis e especialização em planejamento e prática de ensino superior.

Fátima Schenini

 

Blog

(fonte: O Globo)

Gabriel Barroca, que faz a maior parte dos cálculos de cabeça, teve que driblar essa habilidade na competição, que exige que os alunos expressem raciocínio no papel

SALVADOR — As páginas quase sempre em branco no caderno de Gabriel Barroca, 13 anos, não dão pistas de que o material pertence a um medalhista de ouro da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas ( Obmep ). Aluno do 8° ano de uma escola de Vitória, no Espírito Santo, Gabriel faz a maior parte dos cálculos de cabeça. Ele precisou driblar essa característica para participar da competição, que exige na segunda fase dissertativa que os alunos expressem seu raciocínio no papel. A genialidade do estudante só teve chances de ser reconhecida depois que sua mãe, Andreza Barroca, 47 anos, conseguiu que o filho, que é autista, tivesse um tempo de prova extra para resolver as questões.
Segundo o regulamento, a Obmep disponibiliza uma hora a mais para estudantes com deficiência. A inclusão, na visão de sua mãe, foi fundamental no resultado.

— É muito raro ele abrir a mochila e tirar o material na escola, ele aprende pelo ouvido. Para ele é uma dificuldade muito grande justificar a resposta por escrito. Uma vez eu perguntei o motivo e ele disse que não escrevia para que as pessoas não soubessem o que ele pensa.

Em sua 14ª edição, a Obmep registrou no ano passado a participação de 18,2 milhões de alunos na primeira fase, dos quais 952.782 foram classificados para a segunda etapa. Neste ano, foram concedidas 575 medalhas de ouro, entregues ontem, em Salvador. Todos os anos a Obmep premia estudantes em três categorias — nível um (6° e 7° anos do ensino fundamental), dois (8° e 9° anos) e três (ensino médio) — com medalhas de ouro, prata e bronze.

Se os cálculos complexos da disciplina não foram um problema para Gabriel, o mesmo não pode ser dito sobre seu ambiente escolar. Diagnosticado com o transtorno aos 8 anos, o medalhista foi alvo de bullying e chegou a fugir da escola depois que os colegas o cercaram e tiraram sua roupa. Após uma troca de turno, Gabriel conseguiu desenvolver suas habilidades.

Além da rejeição de parte dos colegas, o estudante teve professores que atribuíam seu comportamento à falta de interesse.

— Ele não demonstrava interesse em nada. Comecei a pensar “para onde ele vai?”. Quando se tem um filho, se pensa no futuro dele. Quando é um filho com um laudo médico, começamos a achar que não vai conseguir, ou só terá subempregos. De repente, ele mostra seu potencial, e isso prova que você está no caminho certo. O meu sonho é ver o Gabriel saindo da bolha — conclui Andreza.

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Sementes da Educação’ foi feito por produtora de São Carlos e está disponível para educadores.

Fonte: Globo.com

“Se a sala está muito silenciosa está errado porque o conhecimento tem que vir da comunicação.” A frase é de um professor de uma das 13 escolas retratadas pela série documental “Sementes da Educação”, que mostra exemplos e propostas inovadoras de educação em vários cantos do Brasil.

O objetivo da produção da Oz, de São Carlos (SP), é mostrar as iniciativas regionais para que elas sirvam de inspiração para outras unidades e professores.

Ela foi veiculada pelo canal Cine Brasil TV no ano passado e, este ano, passou a ser disponibilizada em uma plataforma digital para exibições em grupos.

“A gente sempre teve a intenção de trabalhar com conteúdos voltados para educação, entendendo que a evolução da educação é importante para a evolução do nosso país”, explica o diretor da Oz, Hygor Amorim.

“Tem um caminho muito grande para ser percorrido e este tipo de conteúdo, que gera possibilidade de inovação em educação, pode ajudar a promover mais iniciativas inovadoras dentro de escolas”, afirma Amorim.

Mapeamento de escolas

O mapeamento de escolas inovadoras e transformadoras de todo Brasil contou com especialistas em educação, entre eles Caio Dib, CEO do Caindo no Brasil – portal de conteúdos para inovação na educação no Brasil, a psicóloga e educadora Roseli Sayão e filósofo e educador Celso Vasconcelos. Eles também participam do documentário.

Todas as escolas selecionadas são públicas e reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC). Há instituições em locais simples, pobres, de difícil acesso, em capitais, cidades do interior, litoral e áreas rurais. Os exemplos vão do de ensino infantil até superior, além de Ensino de Jovens e Adultos (EJA).

“Escolhemos escolas que não tinham tido espaço na mídia, exatamente para mostrar que as pequenas escolas conseguem inovar. Um exemplo vindo de uma escola pequena, que não teve visibilidade e que ainda não teve o reconhecimento merecido, estimula mais que outras escolas do mesmo tamanho possa dar início ao processo de mudança”, afirma o diretor.

Força de vontade e vontade e mudar

Há diversidade também de linhas pedagógicas, mas a maioria não segue apenas uma e acaba unindo diversas pedagogias de ensino, criando a sua própria maneira de ensinar o conteúdo programático estabelecido de acordo com a realidade dos alunos e da comunidade e é isso que os idealizadores da série esperam despertar em outras escolas.

“Elas bebem de várias fontes, olham para o contexto delas e criam sua própria forma de educar. A série não é uma receita de inovação, é uma inspiração. Nenhuma dessas iniciativas deve ser repetida em outros lugares porque tem que considerar o contexto. Você pode se inspirar para fazer as perguntas, mas as respostas serão outras”, diz Amorim.

“A gente entende que a formação dentro da escola não pode ser só a formação intelectual, de conteúdos. São seres humanos e têm várias dimensões que precisam ser percebidas e cuidadas”, diz a professora Catarina Matos da EEEP Alan Pinho Tabosa de Pentescoste (CE).

Outra característica comum nessas escolas documentadas é a vontade de proporcionar o melhor ensino. “O que elas tinham de semelhante era a força de vontade das pessoas que estavam trabalhando nelas”, afirma a produtora Amanda Castro.

“Surgiram da vontade de mudar. O ensino era travado, eles tinham vontade de melhorar o ensino para as crianças. A maioria das escolas foi iniciativa de professores, diretores coordenadores que queriam mudar a forma de ensinar e conversaram com a prefeitura e o MEC para ter respaldo de mudança”, completa Amorim.

BlogO melhor da escola é o professor, avaliam estudantes

Para jovens que responderam à 2ª fase da pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, professores se destacam entre principais aspectos do ambiente escolar

Fonte: Revista Nova Escola

Entre os principais aspectos que compõem o ambiente escolar, os professores são os mais bem avaliados pelos estudantes. Em contrapartida, o uso de tecnologia na escola é o pior item entre os analisados pelos adolescentes e jovens que responderam à segunda fase da pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, realizada pelo Porvir, em parceria com a Rede Conhecimento Social e a Inketa.

Realizada a partir de dados coletados nos anos de 2017 e 2018, a segunda fase da pesquisa foi respondida por 19.884 adolescentes e jovens de 11 a 21 anos. A consulta é uma atualização, com algumas alterações, da primeira edição, que teve a participação de 132 mil estudantes em 2016. Criada a partir da metodologia PerguntAção, desenvolvida pela Rede Conhecimento Social, que envolve o público pesquisado em todas as etapas do processo, ela foi disponibilizada por meio da plataforma de escuta online e gratuita Nossa Escola em (Re)Construção.

Na plataforma, os participantes foram convidados a dizer como é a sua escola atual ou a última em que estudaram e como eles gostariam que ela fosse. Ao avaliar 11 aspectos da instituição de ensino, em uma escala de 1 (Tá tenso) a 5 (Tá tranquilo, tá favorável), as maiores notas foram para o professores (3.9), seguidos pelas aulas e matérias (3.8). Entre os últimos itens, aparece o uso de tecnologia (2.7) e as atividades extraclasse (2.9).

“Os educadores precisam conhecer os sonhos e demandas de seus estudantes para que possam construir junto com eles uma escola que tenha a cara deles e possa prepará-los para seus desafios”, diz Tatiana Klix, gestora de mobilização do Porvir.

Apesar dos resultados apresentarem percepções dos jovens sobre diferentes aspectos da escola, a consulta não apresenta um rigor científico na seleção dos respondentes por região, faixa etária, sexo, cor, escolaridade e rede de ensino. “Deve-se tomar cuidado com a comparação porque a pesquisa não trabalha com amostra representativa, nem na primeira nem na segunda edição. Assim não é possível dizer que os números de 2017 e 2018 representam uma evolução em relação aos obtidos na primeira sondagem”, pondera Marisa Villi, cofundadora e diretora executiva da Rede Conhecimento Social.

Parceria com redes

Por meio de parcerias com redes que responderam ao questionário da pesquisa, em 2016, a amostra teve foco em São Paulo e Goiás, enquanto a segunda fase traz um olhar para o Espírito Santo, que teve 13.649 respostas da rede estadual. “A ferramenta nos mostrou o quanto é possível ouvir os alunos de uma forma mais ampla, em larga escala. A gente fazia encontros presenciais e não tínhamos como chegar a todas as escolas. A pesquisa foi interessante porque mudou a cultura da secretaria, que começou a criar ferramentas para ter acesso aos alunos de várias perspectivas”, conta Carmem Prata, assessora de tecnologia educacional da Secretaria de Educação do Espírito Santo.

A ferramenta nos mostrou o quanto é possível ouvir os alunos de uma forma mais ampla, em larga escala

Ela avalia que a consulta gerou impacto na formação de professores da rede, de forma que eles pudessem mudar suas práticas e usar metodologias ativas para trazer mais protagonismo e engajamento dos estudantes. A percepção dos alunos sobre o uso de tecnologia na escola também gerou mudanças. Segundo ela, as escolas começaram a ser equipadas com laboratórios móveis e o uso de celular em sala de aula foi liberado. “Tornamos uma lei antiga sem efeito e criamos uma nova política para uso de celular na escola. Com isso, o aluno pode usar conexão wi-fi com o próprio celular”, explica.

O que os jovens querem

Entre uma das grandes novidades do questionário aplicado em 2017 e 2018, está uma questão que avalia quais são as características mais valorizadas pelos jovens em um professor. Para eles, o mais importante é saber explicar bem os conteúdos (54%) e ter muito conhecimentos sobre um assunto (33%). Por outro lado, ser exigente e saber colocar limites nos alunos (8%) foi a opção menos destacada.

Na consulta, os jovens também foram convidados a refletir sobre dois ambientes educacionais diferentes: a escola para aprender mais e a escola que deixa mais feliz. Para cada um desses cenários, eles imaginaram seis aspectos: o foco da escola, o jeito de aprender, a organização curricular e os conteúdos.

Em relação a estrutura física das escolas, a pesquisa demonstrou que a tecnologia está presente na vida dos jovens. Entre os participantes, 56% disseram que ela não pode faltar na escola e não deve estar presente apenas no laboratório de informática. Ao mesmo tempo, os jovens também reconhecem a importância de quadras e equipamentos esportivos (53%) e de área verde (37%).

Assim como na pesquisa realizada em 2016, os estudantes demonstram que se preocupam com o futuro e querem, em sua maioria, que a escola tenha foco na preparação para o Enem e o mercado de trabalho. No entanto, em um cenário que considera a escola que os deixa mais felizes, cresce o número de respostas que representam o desejo por desenvolver habilidades artísticas e culturais e preparar para relações humanas e lidar com emoções.

Quando avaliam o jeito de aprender, as abordagens tradicionais (aulas teóricas e estudar sozinho) ainda são preferidas pela maioria dos participantes, mas metodologias centradas em relações (trabalho em grupo e interagindo com a comunidade) também se destacam. Para um quarto dos participantes, as atividades mão na massa (aulas baseadas em tecnologia ou projetos práticos) são o melhor jeito de aprender.

“O lançamento dos resultados de 2017 e 2018 marca uma nova fase da plataforma Nossa Escola em (Re)Construção. Para acompanhar os debates sobre o Novo Ensino Médio, a consulta agora traz perguntas específicas sobre o que os jovens esperam da etapa e quais caminhos querem seguir. “Será uma ferramenta poderosa para gestores e professores implementarem as mudanças com base nas expectativas de seus alunos”, destaca Tatiana.

Confira o relatório completo aqui.